domingo, 31 de outubro de 2010
Resposta da Questão do Final de Semana
Uma pessoa dentro da água e em repouso vê a região externa -no ar- através de um cone de luz com ABERTURA em seu olho. O ângulo de abertura desse cone é igual ao COMPLEMENTO / COMPLEMENTAR do ângulo limite. Costumeiramente, nosso campo de visão é de 180°, indo de um horizonte a outro, mas para o observador na água ele estará restrito, comprimido em 135,33º.
Grupo 3 - Camadas de ar compõem a atmosfera. O índice de refração das camadas de ar variam a medida com acréscimo da altitude. Um raio de luz que provine do astro sofre sucessivas refrações na camada de ar. Portanto ele se propaga do normal e numa posição aparente diferente da real a imagem é apresentada para que possamos visualizá-la.
Grupo 4 - Abu Ali Hasan
Grupo 5 - Quando a luz passa de um meio material para outro diferente através de uma superficie que os separa podendo ou não haver desvio, o nome desse fenômeno é refração Luminosa.
Grupo 6 - Balões atmosféricos.
Grupo 7 - A refração é um fenômeno óptico que ocorre com a luz quando ela muda de meio de propagação como, por exemplo, ar e água. É importante ficar bem claro que esse acontecimento só acorre quando o É importante ficar bem claro que esse acontecimento só ocorre quando o feixe de luz se propaga com velocidade diferente nos dois meios.
Grupo 8 - Letra C: Desviado.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Desafio final de semana
COMPLETE ...
Quando uma _____ de um solo torna muito elevada o ar aquecido junto ao solo fica menos ____ e, consequentemente ,menos refringente que o Ar que se encontra um pouco mais acima.
A temperatura junto ao solo determina a ocorrência desse fenômeno da ___.
sábado, 23 de outubro de 2010
Carrinho de ratoeira
O relatório esta em andamento, logo após pesarmos o carrinho e concluiremos.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tipos de Lentes

As lentes estão presentes no nosso dia a dia. Temos lentes nos óculos, na máquina fotográfica, na luneta, no telescópio, no microscópio e em outros instrumentos óticos.
O que é uma lente esférica?
É um sistema constituído de dois dioptros esféricos ou um dioptro esférico e um plano, nos quais a luz sofre duas refrações consecutivas.
6.2 Classificação das lentes
Quanto à forma das lentes
Temos seis tipos de lentes
- Tipos de lentes.
Observe que as lentes são denominadas côncavas ou convexas, conforme se apresentam para o observador.
A denominação de uma lente é realizada, indicando em primeiro lugar a natureza da face menos curva, ou seja, aquela que se apresenta com maior raio de curvatura. Por exemplo, na lente côncavo - convexa, a face côncava apresenta maior raio de curvatura
Observação: Nós estudaremos as lentes esféricas como sendo delgadas, ou seja, quando a sua espessura for desprezível em relação aos raios de curvatura.
Quanto ao comportamento ótico
As lentes podem ser convergentes ou divergentes, quanto ao comportamento ótico.
-Lente convergente / focos
Quando um feixe de raios paralelos ao eixo principal, incide sobre uma lente convergente, emerge convergindo os raios de luz para um ponto denominado foco imagem F'
A distância do foco F' à lente é a distância focal imagem f'. Fisicamente o foco imagem F' significa o ponto onde está localizada a imagem de um objeto situado no infinito.
Como a lente é constituída de dois dioptros, há um segundo foco que é denominado foco objeto F
A distância do foco objeto F à lente é a distância focal objeto f. Esta distância f é simétrica à distância focal f'. Fisicamente o foco objeto F significa o ponto onde está localizado o objeto de uma imagem no infinito.
Como os focos são reais, as distâncias focais objeto f e imagem f' serão consideradas positivas para lentes convergentes.
São lentes convergentes as lentes biconvexa, plano - convexa e côncavo - convexa
- Lente convergente
a) Foco imagem F'
b) Foco objeto F
-Lente divergente / focos
Quando um feixe de raios de luz, paralelos ao eixo principal, incide em uma lente divergente, ele emerge divergindo os raios de luz. Prolongando os raios divergentes, estes se interceptam no ponto F' denominado foco imagem da lente .O foco objeto F da lente divergente é obtido pelo prolongamento dos raios incidentes (fig. 6.3b). O significado físico desses focos são os mesmos para lentes convergentes.
- Lente divergente
a) Foco imagem F'
b)Foco objeto F.
São lentes divergentes: as lentes bicôncava, plano - côncava e convexo - côncava
Na prática reconhecemos se uma lente é divergente ou convergente do seguinte modo: quando o bordo da lente tem menor espessura que a região central da lente é uma lente convergente; quando o bordo da lente tem maior espessura que a região central, é uma lente divergente.
Observação: Quando a lente é imersa em um meio mais refringente, a lente divergente se torna convergente e vice-versa.
sábado, 16 de outubro de 2010
Semana De Fisica
Os temas foram:
1- Pode o Computador ajudar no Processo de Aprendizagem? Como?
2- Alguns personagens que fizeram a história da Mecânica Quântica
3- Novas Tecnologias.
1 - Em sua forma tradicional os ambiente de aprendizagem são espaços constituídos de salas, mesas, cadeiras, material didático, alunos e professores que interatuam conforme o entendimento desses sujeitos do que seja ensino-aprendizagem. Esses são ambiente físico, estático, determinado a priori, nos quais a atividade de aprendizagem se constrói ao longo da interação. O contexto desta interação obedece a leis de tempo e espaço, sendo que a aula se dá durante um período de tempo estabelecido e no espaço determinado do que seja a sala de aula. Já em um ambiente virtual de aprendizagem, deve-se inevitavelmente, compreender e coordenar as novas relações de tempo e espaço. O ponto de articulação entre alunos e professores não é apenas a sala de aula e o tempo determinado para as aulas. O ambiente virtual de aprendizagem é um espaço relacional criado pelas redes digitais e no qual é preciso aprender a perceber a interação por meio de sinais na interface web das aplicações. No processo de aprendizagem em ambientes virtuais, durante as primeiras interações, os aprendizes tendem a significar o ambiente como uma totalidade indiferenciada, por mais que este tenha sido concebido, planejado e executado por uma equipe de especialistas. A construção de uma plataforma a partir de ferramentas de interação não é condição suficiente para que a aprendizagem ocorra de forma significativa.
A evolução do uso de ferramentas de comunicação virtuais no ensino passa pelas mesmas fases que o uso geral da Internet: comunicação, informação e interação. A partir de necessidades de colaboração mais freqüentes surgiram os ambientes virtuais de ensino à distância (e-learning) que rapidamente se tornaram muito populares. Nos ambientes atuais, observa-se ainda uma falta de ferramentas mais adequadas de acompanhamento, o professor acaba tendo que lançar mão de planilhas eletrônicas ou anotações em papel para tentar organizar um pouco mais a informação. Em alguns dos ambientes, o acesso a informação não é facilitado, levando o professor a designar um auxiliar para ajudá-lo a acompanhar e entender melhor os alunos. Em outros casos, ele não faz esse acompanhamento de forma satisfatória e acaba provocando uma falta de motivação na turma.
Estes recursos vão desde mecanismos para envio de mensagens, bate-papo, recepção e envio de materiais e gerenciadores de tarefas. Tais recursos possibilitam a execução de diversas atividades de aprendizagem à distância, por parte do aluno, de acordo com tarefas predefinidas.
A grande vantagem é a troca do conhecimento entre os participantes do ambiente, possibilitando a criação de novos conhecimentos.
E agora também existe ensino a distancia .. que seria mais ou menos assim .. um professor da uma aula por video .. e todos alunos que quiserem podem asistir a aula em sua casa pelo seu computador.

ENTENDA MELHOR SOBRE ESSE TEMA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Gest%C3%A3o_da_Aprendizagem
2- Em poucas palavras, em 1900 o físico alemão Max Planck introduziu a ideia de que a energia era quantizada, com o fim de derivar una fórmula para a dependência da frequência observada com a energia emitida por um corpo negro. Em 1905, Einstein explicou o efeito fotoeléctrico por um postulado sobre que a luz, ou mais especificamente toda a radiação electromagnética, pode ser dividida num número finito de "quanta de energia", que são localizados como pontos no espaço. Dá-se a introdução do artigo sobre quântica On a heuristic viewpoint concerning the emission and transformation of light (Um ponto de vista heurístico relacionado com a emissão e transformação da luz) de março de 1905:
Citação: "De acordo com as suposições a ser contempladas aqui, quando um raio de luz se está propagando desde em ponto, a energia naõ está distribuída continuamente sobre espaços cada vez maiores, mas é constituída de um número finito de quanta de energia que são localizados em pontos no espaço, movendo-se sem dividir-se e podendo ser absorvidos ou gerados só no seu conjunto." escreveu: «Albert Einstein»
Esta frase foi denominada a frase mais revolucionária escrita por um físico no século vinte. Estes quanta de energia seriam chamados mais tarde de fotões, um termo introduzido por Gilbert N. Lewis em 1926. A ideia que cada fotão teria de consistir de energia em termos de cuantos fue un notável feito, já que efectivamente eliminou a possibilidade que a radiação de um corpo negro alcançasse energia infinita, o que se explicou em termos de formas de onda somente. Em 1913, Bohr explicou as linhas espectrais do átomo de hidrogénio, novamente utilizando quantização, em seu artigo On the Constitution of Atoms and Molecules (Sobre a Constituição de Átomos e Moléculas), publicado em julho de 1913.
Estas teorias, apesar de bem sucedidas , eram estritamente fenomenológicas
A frase "física quântica" foi usada pela primeira vez em Planck's Universe in Light of Modern Physics (O Universo em Luz da Física Moderna de Planck), de Johnston em 1931

(grande personagem da fisica quantica - albert einstein )
ENTENDA MELHOR ESTE TEMA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica
3- Mudanças que as tecnologias de comunicação favorecem
Cada tecnologia modifica algumas dimensões da nossa inter-relação com o mundo, da percepção da realidade, da interação com o tempo e o espaço. Antigamente o telefone interurbano -por ser caro e demorado- era usado para casos extremos. A nossa expectativa em relação ao interurbano se limitava a casos de urgência, economizando telegraficamente o tempo de conexão.Com o barateamento das chamadas, falar para outro estado ou país vai tornando-se mais habitual, e ao acrescentar o fax ao telefone, podemos enviar e receber também textos e desenhos de forma instantânea e prazerosa.
O telefone celular vem dando-nos uma mobilidade inimaginável alguns anos atrás. Posso ser alcançado,se quiser, ou conectar-me com qualquer lugar sem depender de ter um cabo ou rede física por perto. A miniaturização das tecnologias de comunicação vem permitindo uma grande maleabilidade, mobilidade, personalização (vide walkman, celular, notebook...), que facilitam a individualização dos processos de comunicação, o estar sempre disponível (alcançável), em qualquer lugar e horário. Essas tecnologias portáteis expressam de forma patente a ênfase do capitalismo no individual mais do que no coletivo, a valorização da liberdade de escolha, de eu poder agir, seguindo a minha vontade. Elas vêem de encontro a forças poderosas, instintivas, primitivas dentro de nós, às quais somos extremamente sensíveis e que, por isso, conseguem fácil aceitação social.
A tecnologia de redes eletrônicas modifica profundamente o conceito de tempo e espaço. Posso morar em um lugar isolado e estar sempre ligado aos grandes centros de pesquisa, às grandes bibliotecas, aos colegas de profissão, a inúmeros serviços. Posso fazer boa parte do trabalho sem sair de casa. Posso levar o notebook para a praia e, enquanto descanso, pesquisar, comunicar-me, trabalhar com outras pessoas à distância. São possibilidades reais inimagináveis há pouquíssimos anos e que estabelecem novos elos, situações, serviços, que, dependerão da aceitação de cada um, para efetivamente funcionar.
Para atualizar-me profissionalmente posso acessar cursos à distância via computador, receber materiais escritos e audiovisuais pelo WWW (tela gráfica da Internet, que pode captar e transmitir imagens, sons e textos). Estamos começando a utilizar a videoconferência na rede, que possibilita a várias pessoas, em lugares bem diferentes, ver-se, comunicar-se, trabalhar juntas, trocar informações, aprender e ensinar. Muitas atividades que nos tomavam tempo e implicavam em deslocamentos, filas e outros aborrecimentos, vamos poder resolvê-las através de redes, esteja onde estiver. Até há poucos anos íamos várias vezes por semana ao banco, para depositar, sacar, pagar contas...
Hoje em alguns terminais eletrônicos podemos realizar as mesas tarefas. Estamos começando a fazer as mesmas tarefas sem sair de casa. Também estamos começando a poder fazer o supermercado sem sair de casa, a comprar qualquer objeto via tele-marketing. Isto significa que o que antes justificava muitas das nossas saídas, hoje não é mais necessário.
A partir de agora, só sairemos quando achar-mos conveniente, mas não para fazer coisas externas por obrigação. Sairemos porque queremos, não por imposição das circunstâncias.
Hoje em dia está tudo muito mais tecnologicos.. os fisicos, cientista, opticos e todos que estudam meios de ajudar nossa humanidade com a tecnologia estão ligados a esses novos meios tecnologicos.
vou dar um exemplo mais ou menos do que "vira por ai"
Carro Solar.
O primeiro carro movido a energia solar foi projetado por um brasileiro, Marcelo da Luz. Com a ajuda de engenheiros brasileiros e canadenses em Toronto (Canadá) o carro foi desenvolvido e já percorre toda a América do Norte.

Muito parecido com um disco voador o XOF1 é o carro do futuro.
Marcelo, além de divulgar o projeto, planeja estabelecer um recorde mundial de distância com o automóvel, até agora já foram percorridos mais de 26 mil Km.
O automóvel, que mais parece uma aeronave, tem espaço para apenas uma pessoa e pesa cerca de 300 Kg. Tem 5 metros de comprimento, 1,8 metro de largura e 90 centímetros de altura. Tem três rodas: uma na dianteira e duas na traseira. Placas instaladas na carroceria com fotocélulas captam a energia solar e a transmitem para uma bateria do motor em forma de energia elétrica.
ENTENDA mELHOR SOBRE ESSE TEMA: http://umamiscelanea.wordpress.com/2009/10/01/e-a-tecnologia-continua-reinventando-os-carros/
terça-feira, 12 de outubro de 2010
resposta / placar
Não se sabe como é que o político interpretou o comentário, mas a verdade é que o óptico “vê” o político através de uma lente convergente (o cristalino do seu próprio olho). Através das lentes convergentes, as imagens obtidas direitas só podem ser virtuais...
PLACAR.
Grupo 1 + 51 pontos
Grupo 3 + 51 pontos
Grupo 4 + 51 pontos
Grupo 5 + 51 pontos
Grupo 6 + 51 pontos
Grupo 7 + 51 pontos
Grupo 8 + 51 pontos
sábado, 9 de outubro de 2010
Respostas das questões
Quando posicionamos objetos muito próximos do olho o cristalino fica mais espesso e se comprimi pela ação dos músculos ciliares (do olho). Isso pode cansar os olhos porque os músculos estarão sob tensão.
Ao mirar o infinito, a imagem se formará sobre a retina, sem nenhum esforço para o cristalino pois nessa situação sua curvatura é menos acentuada, proporcionando maior relaxamento.
GRUPO 3
Alternativa [D]
GRUPO 4
A imagem é virtual
O homem possivelmente está esterilizando algum material.
Não é possível identificar
GRUPO 5
O instrumento é o microscópio. Dotados de apenas uma lente de vidro, os primeiros microscópios permitiam aumentos de até 300 vezes com razoável nitidez.
E todo um mundo que se encontrava invisível aos nossos olhos, se descortinou.
Com este instrumento muito simples, Leeuwenhoek estudou os glóbulos vermelhos do sangue e constatou a existência dos espermatozóides. Este cientista também desvendou o extraordinário mundo dos micróbios (ou seja, seres microscópicos), hoje mais conhecidos como microrganismos.
Ganhando mais uma lente podemos ter o microscópio óptico formado por dois conjuntos de lentes, objetiva e ocular.OBJETIVA: voltada para o objeto e que forma no interior do aparelho a imagem do mesmo.
OCULAR: permite ao observador ver essa mesma imagem.
GRUPO 6
O cientista é William Lawrence Bragg ea sua citação: “"Eu me lembro o local exato sobre as costas [do rio, em Cambridge], onde a idéia de repente, pulou em minha mente que os pontos de Laue deveram-se à reflexão de pulsos de raios-X por folhas de átomos no cristal. "
GRUPO 7
• Óptica eletromagnética: Considera a luz como uma onda eletromagnética, explicando assim a reflexão e transmissão, e os fenômenos de polarização e anisotrópicos.
• Óptica quântica ou óptica física: Estudo quântico da interação entre as ondas eletromagnéticas e a matéria, no que a dualidade onda-corpúsculo joga um papel crucial.
• Óptica geométrica: Trata a luz como um conjunto de raios que cumprem o princípio de Fermat. Utiliza-se no estudo da transmissão da luz por meios homogêneos (lentes, espelhos), a reflexão e a refração.
• Óptica ondulatória: Considera a luz como uma onda plana, tendo em conta sua frequência e comprimento de onda. Utiliza-se para o estudo da difração e interferência.
GRUPO 8
as afirmativas I, II e III são corretas.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Desafio do Final de semana.
" A sua imagem é tão direita que só pode ser virtual! "
Não se sabe como é que o político interpretou o comentário, Mas porque pode se afirmar que o optico estava certo?
Valor : 51 pontos
Erro: - 51 pontos
sábado, 2 de outubro de 2010
Urna Eletronica
A urna eletrônica brasileira ou máquina de votar brasileira é um computador responsável pelo armazenamento de votos durante as eleições. O dispositivo foi desenvolvido no Brasil em 1996 e desde então diversos outros países vêm testando esse[1] e outros equipamentos semelhantes.
História
Existe muita polêmica sobre o nascimento da urna eletrônica, já que, desde os anos 1980, durante o regime militar, ocorreram no Brasil diversos estudos sobre a realização de eleições informatizadas. Entretanto, a idéia de urnas eletrônicas firmou-se a partir de pesquisas realizadas pela Justiça Eleitoral para tornar mais fácil o processo de votação e apuração nas eleições.
Grupos de engenheiros e pesquisadores ligados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foram os responsáveis pelo projeto da eleição informatizada em grande escala no País. Destacam-se aí o trabalho dos engenheiros Mauro Hashioka (INPE), Paulo Nakaya (INPE) e Oswaldo Catsumi (CTA), dentre outros profissionais, pela concepção da segurança do equipamento.
Protótipo transparente UE 2000. Urna eletrônica brasileira fabricada pela Diebold-Procomp e utilizada nas eleições gerais de outubro de 2000.A urna eletrônica que automatizou 100% das eleições, no Brasil, foi desenvolvida, por uma empresa brasileira, a OMNITECH Serviços em Tecnologia e Marketing, entre 1995 e 1996, e aperfeiçoada, em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje. O TSETribunal Superior Eleitoral já comprou mais de 500.000 urnas, através de 6 licitações públicas, de 1996 a 2006, de duas empresas americanas de integração de sistemas, a Unisys Brasil, em 96 e 2002, e a Diebold Procomp, em 98, 2000, 2004 e 2006. Toda a fabricação da urna eletrônica foi realizada, por empresas de fabricação sob encomenda, a TDA Indústria, a Samurai Indústria, a Flextronics Brasil e a FIC Brasil, subcontratadas, pelas integradoras.
Em 1995, o TSE formou uma comissão técnica liderada por pesquisadores do INPE e do CTA, de São José dos Campos, que definiu uma especificação de requisitos funcionais, para a primeira urna eletrônica, chamada então de coletor eletrônico de votos – CEV.
Para projetar, desenvolver e fabricar a urna eletrônica para as eleições de 1996, foi aberta uma licitação com o Edital TSE 002/1995, onde concorreram a IBM, que propôs um projeto baseado em um notebook, a Procomp, que apresentou uma espécie de quiosque de auto atendimento bancário e a Unisys, a vencedora da licitação com um design original que se tornou o padrão utilizado até hoje. AUnisys contratou a licença para comercializar ao TSE a urna eletrônica desenvolvida pela OMNITECH.
Em 1996, foi realizado o depósito do Pedido de Patente de Invenção da Urna Eletrônica no INPI, pelo engenheiro Carlos Rocha da OMNITECH e da Samurai.
Em 1997, surgiu o modelo atual da Urna Eletrônica, modelo UE 2000, um aperfeiçoamento da urna original realizado pela OMNITECH, que o Ministério da Ciência e Tecnologiareconheceu que atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no País, através da Portaria Nº 413, de 27 de outubro 1997.
A implantação do voto eletrônico dificulta algumas das antigas e comuns fraudes externas da votação de papel (como o "voto carneirinho", "voto formiguinha", ou votos de protesto realizados em favor de conhecidos animais como o Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco, etc.).
Em 1985, houve a implantação de um cadastro eleitoral informatizado pelo TSE, enquanto a urna eletrônica como se concebe hoje só foi desenvolvida em 1995, e utilizada pela primeira vez nas eleições municipais do ano seguinte. Porém foi em 1989, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde o juiz Carlos Prudêncio realizou a primeira experiência de votação com micro-computadores.
A urna eletrônica, inicialmente chamada de "coletor eletrônico de voto" (CEV), teve como objetivo identificar as alternativas para a automação do processo de votação e definir as medidas necessárias à sua implementação, a partir das eleições de 1996, em mais de cinqüenta municípios brasileiros.
Na ocasião somente municípios com um determinado número de eleitores teria votação eletrônica. A única exceção a esta regra era justamente Brusque, que já havia tido eleições digitais anteriormente.
Descrição
Terminal do mesário da urna modelo 2009, a ser usada pela primeira vez nas eleições gerais em 2010.A urna eletrônica brasileira é um microcomputador para coleta e apuração de votos da primeira geração, do tipo DRE (de Direct Recording Electronic voting machine), caracterizada pela gravação eletrônica direta sem impressão do voto para conferência do eleitor.
Este tipo DRE de máquinas de votar não permite que o resultado da apuração possa ser conferido de forma independente do próprio software e, por este motivo, foi descredenciado pela norma técnica para equipamentos eleitorais "Voluntary Voting System Guidelines" [2], que são diretrizes técnicas elaboradas pelo órgãos federais norte-americanos EAC (Election Assistance Commission) e NIST (National Institute of Standards and Technology).
As urnas brasileiras foram desenvolvidas em vários modelos a cada eleição desde 1996, nas seguintes quantidades:
1996 - produzidas 70 mil. Doadas 20 mil ao Paraguai em 2006 e o restante foi descartado em 2008.
1998 - produzidas 84 mil. Descartadas em 2009.
2000 - produzidas 191 mil. A serem descartadas após a eleição de 2010
2002 - produzidas 50 mil. A serem descartadas após a eleição de 2010
2004 - produzidas 75 mil.
2006 - biométricas. Produzidas 25 mil.
2008 - biométricas. Produzidas 58 mil.
2009 - biométricas. Produzidas 200 mil.
2010 - biométricas. A serem produzidas: 200 mil.
Os modelos 1996 a 2000 rodavam o sistema operacional VirtuOS. Os modelos 2002, 2004 e 2006 rodavam o sistema operacional Windows CE. A partir de 2008 todos os modelos passaram a utilizar o sistema operacional Linux e foram utilizadas em torno de 450 mil urnas eletrônicas.
Segundo o Projeto Básico do modelo 2010 [3], os componentes principais da urna eletrônica brasileira são:
Memória: dois cartões de memória flash um interno e outro externo, com os dados idênticos, onde está gravado o sistema operacional, os programas aplicativos, os dados sobre os candidatos e onde os votos vão sendo gravados através de mecanismos de segurança e redundância de forma a tentar dificultar desvio de votos e a quebra do seu sigilo.
Pen-drive: para gravar o resultado ao final da votação.
Módulo impressor: utilizado antes do início da votação para a impressão da "zerésima" e ao final da votação para a impressão do "boletim de urna".
Terminal do mesário ou microterminal: um pequeno teclado numérico com leitor biométrico de impressão digital do eleitor, através do qual o mesário autoriza o eleitor a votar pela digitação do número do título do eleitor.
Terminal do eleitor: composto de uma tela LCD e um teclado numérico através do qual o eleitor faz sua escolha, possui ainda as teclas BRANCO, CORRIGE e CONFIRMA.
Botão Confirma presente na urna eletrônicabrasileira. Serve para "confirmar" o voto.
Botão Corrige presente na urna eletrônica brasileira. Caso você erre seu voto,o botão CORRIGE volta para que você vote novamente.
Botão Branco presente na urna eletrônica brasileira. Esta serve para votar em branco.
Obs.: Para anular o voto, o eleitor deve digitar um número de candidato inexistente e confirmar.
A versão de 2002 tinha acoplada um módulo impressor que imprimia cada voto, mas o voto impresso foi abandonado por força da Lei 10.740/2003 e só deverá ser reintroduzido a partir de 2014 segundo o Art. 5º da Lei 12.034/2009. Por este motivo, os modelos 2009 e 2010 também já possuem um encaixe lateral [3] para o Módulo Impressor Externo .
Comentario do grupo: a urna eletronica vem facilitando muito a maneira de votar desde que surgiu. cada vez vem fiquando melhor e mais rapido .. e de alguma forma, melhor para se votar.
Comentario do grupo:
Comentario do grupo: A urna eletrônica vem facilitando muito a maneira de votar desde que surgiu. cada vez vem fiquando melhor e mais rápido. E de alguma forma, melhor para se votar.
Como diz o texto: Existe muita polêmica sobre o nascimento da urna eletrônica, já que, desde os anos 1980, durante o regime militar, ocorreram no Brasil diversos estudos sobre a realização de eleições informatizadas.
A urna eletrônica, inicialmente chamada de "coletor eletrônico de voto" (CEV), teve como objetivo identificar as alternativas para a automação do processo de votação e definir as medidas necessárias à sua implementação, a partir das eleições de 1996, em mais de cinqüenta municípios brasileiros.
Mais hoje em dia o Brasil mudou muito e está tudo digamos que, Melhor
REFERENCIA :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Urna_eletr%C3%B4nica_brasileira